Gratuita e sem download de app, a superagente de IA da hackthepack lê o código de barras de qualquer produto e responde ao consumidor sobre ingredientes, preço, dieta e alergias. A tecnologia reconhece mais de 100 milhões de produtos registrados no padrão GS1. É a embalagem ganhando voz pela primeira vez.
A hacKa, superagente de inteligência artificial que conversa com produtos pelo código de barras, entra em fase de testes aberta ao público. O funcionamento é simples: o consumidor entra no sistema, aponta a câmera do celular para o código de barras de qualquer produto e pergunta o que quiser, sobre ingredientes, preço, adequação à dieta, alergias ou comparações entre itens. A leitura roda sobre a infraestrutura da hackthepack, sem download de app e sem trocar a embalagem.
O teste leva menos de um minuto e não pede cadastro complexo. Ao escanear, o consumidor encontra a hacKa, a inteligência que vive na embalagem e acompanha o produto durante toda a jornada de uso. A proposta é virar a chave de um gesto que por décadas serviu só para identificar o produto no caixa e transformá-lo em canal vivo de conversa. Hackeamos o código de barras, resume o material de lançamento.
A chegada da hacKa antecipa o movimento conhecido como Sunrise 2027. Pelo padrão GS1 Digital Link, os grandes varejistas do mundo se comprometeram a ler códigos bidimensionais no ponto de venda até o fim de 2027, e redes como Walmart, Carrefour e Tesco já pedem QR Codes GS1 aos fornecedores. Não é uma obrigação legal, é uma virada de infraestrutura. Ter o código não é estratégia, operá-lo com inteligência é. A hacKa é a demonstração prática dessa tese, no bolso do consumidor.
O comportamento joga a favor. Escanear embalagem virou gesto cotidiano, sobretudo entre os mais jovens, e consultar informação de produto já faz parte da rotina de compra. A hacKa não cria esse hábito, captura ele e devolve utilidade real na hora da decisão.
Para Sal Zammataro, fundador e CEO da hackthepack, o momento marca uma virada no papel da embalagem. “A embalagem é o ponto de contato mais frequente e mais confiável que uma marca tem com o consumidor, e até agora era o único que seguia em silêncio. Com a hacKa, qualquer produto passa a falar com quem o escolheu: ingredientes, origem, preço, adequação à dieta. A embalagem virou canal”, explica.
A fase de testes é colaborativa. A hackthepack convida o público a usar a hacKa e enviar feedback, apostando na recomendação orgânica: quem gosta, espalha. Os retornos vão orientar os ajustes finais antes da expansão comercial, que já oferece infraestrutura para marcas nos modelos Professional e Enterprise.
Serviço
Como testar a hacKa, em menos de 1 minuto:
1.Acesse www.hacKa.me e assista à apresentação de cerca de um minuto.
2.Entre no sistema em app.hackthepack.com.
3.Aponte o celular para o código de barras de qualquer produto, de alimentos a cosméticos.
4.Converse com a hacKa sobre ingredientes, preço, dieta, alergias e o que mais quiser.
5.Envie seu feedback para [email protected].
Sobre a hacKa
A hacKa é a inteligência que vive na embalagem e acompanha o consumidor durante toda a jornada de uso do produto. Gratuita e sem download de app, ela é possível graças à infraestrutura criada pela hackthepack, pioneira na categoria Direct-to-the-Pack, que transforma embalagens em canais vivos de relacionamento, inteligência e dados. A empresa foi fundada por Sal Zammataro e conta com equipe global, com operação no Brasil e em Portugal.