Por que a durabilidade do mobiliário deve entrar na estratégia das empresas
Em um mercado que normalizou o descarte, investir em qualidade, resistência e longevidade não são custo, são investimento Por: Marcelo Rodorigo, COO da Metadil A escolha do mobiliário costuma ser pautada pelo preço de aquisição. Embora esse seja um fator importante, ele está longe de ser o único que deve orientar a decisão. Optar pelo menor custo inicial pode gerar despesas recorrentes com manutenção, substituições frequentes e perda de produtividade, tornando aquilo que parecia uma economia um gasto muito maior ao longo do tempo. A lógica da obsolescência programada, presente em diferentes setores, também chegou ao mobiliário. Produtos desenvolvidos para ter vida útil reduzida estimulam ciclos constantes de reposição e criam um custo invisível para empresas e instituições. O problema é que esse impacto raramente aparece na comparação de preços, mas se torna evidente poucos anos depois, quando móveis deixam […]